Eu não precisei dizer nada; não precisei agradecer e muito menos dizer que os amava. Aquelas milhões de lágrimas estavam falando por mim, todos estavam falando por todos. Os discursos, as músicas, as fotos. Os soluços pareceram incontroláveis naquela hora; nós estávamos finalmente livres. Aquilo tudo foi uma despedida para alguns e uma última esperança para outros. Os certificados, os beijos, as lágrimas, os rostos. As lágrimas não estavam mais sendo impedidas, a qualquer momento elas eram reveladas e manchavam a maquiagem. Afinal, aquela era a nossa noite. Nossa formatura. Eu conseguia notar que tudo aquilo era real. Era real e era meu.
Eles eram reais e eram meus. E eu os amo.
quarta-feira, dezembro 23, 2009
Postado por J. Camilotti. às 00:55 0 comentários
sexta-feira, dezembro 18, 2009
Eu fico vulnerável demais com esse assunto. É o meu dia, não é? Então por que eu terei que passá-lo sozinha? Isso machuca.
Postado por J. Camilotti. às 19:48 0 comentários
domingo, dezembro 13, 2009
Aprovado.
Existe sensação melhor do que esta? Saber que -pela primeira vez na vida- eu fiz algo que deixou meus pais orgulhosos.
Postado por J. Camilotti. às 21:29 0 comentários
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