Meus olhos não conseguem permanecer abertos, meu corpo está pesado, fraco. Se perguntam, eu respondo que é cansaço de fim de ano, que é estresse. Ah, se as pessoas soubessem por tudo o que eu passei, por todas as noites em que eu só consegui dormir depois de ter soluçado bastante. Se as pessoas soubessem o que é ser abandonada por um amor. Elas não sabem como se comportar depois que as conto, elas apenas dizem que vai passar, que eu sou forte. Depois de 24 meses, a esperança já deixou de existir. O tempo não faz com que as coisas passem, apenas que continuem a doer, mas de uma forma mais calma. Eu sei disso, eu sinto na minha pele à cada noite, a cada soluço, a cada desejo de morte diante de tanta martelada em minha mente. Sabe, dói. Ás vezes eu imagino como seria se tu voltasse; o que eu falaria, o que você falaria. Fico imaginando como está tempo aí -aonde quer que você esteja-, se você ainda pensa em mim, se ainda lembra do meu nome.
quinta-feira, outubro 22, 2009
Na maioria dos dias eu acordo extremamente feliz, pois no último trimestre eu encontrei amizades que realmente me fazem bem. Mas tem dias em que eu acordo com o peito latejando, com ataque de pânico. Eu acho que tu não sabe como me machucou.
"I know you're leaving tomorrow when you wake up. Maybe i know somewhere deep in my soul that love never lasts."
Postado por J. Camilotti. às 19:01
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